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Uma rede de uso de drogas foi descoberta na residência de Manaus, envolvendo familiares e pessoas próximas da ex-sinhazinha. Mandados de prisão foram emitidos pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e estupro, este último contra Ademar, irmão de Djidja.
Mandados de busca e apreensão foram inciados pelo Poder Judiciário. No salão de beleza da família, foram encontradas ampolas de cetamina, seringas e agulhas. A cetamina, com propriedades sedativas e alucinógenas, é utilizada como substância recreativa.
Após ser presa, Cleusimar se limitou a dizer à imprensa que “na hora certa, vocês vão saber de tudo”. Ademar alegou fazer uso de clonazepam para dormir e demonstrou desconhecimento da acusação de estupro, alegando “não saber que crime é esse”.
A família de Djidja expressou consternação com as “notícias falsas e polêmicas” sobre a causa da morte da ex-sinhazinha do Festival Folclórico de Parintins. Em comunicado nas redes sociais, Cleusimar e Ademar asseguraram que todas as circunstâncias serão esclarecidas perante as autoridades.
Procurada pelo UOL, a Polícia Civil informou que “diligências em torno do caso estão sendo realizadas”. A corporação ressaltou que mais informações não podem ser divulgadas no momento. O TJAM não respondeu às solicitações.
O UOL está em busca das defesas dos presos. O espaço está aberto para manifestações.