Ministro Alexandre de Moraes encerra mandato no TSE com foco no combate à desinformação nas eleições. Cármen Lúcia assume presidência.

Durante seu tempo à frente do TSE, o ministro reagiu ao que chamou de “populismo digital extremista”, defendendo a necessidade de combater a desinformação e o discurso de ódio nas redes sociais. Ele ressaltou que o tribunal tomou medidas concretas para enfrentar esse desafio, como a aprovação de novas resoluções para as eleições de 2024.
A próxima presidente do TSE será a ministra Cármen Lúcia, que assumirá o cargo em 3 de junho e terá a responsabilidade de conduzir as eleições municipais de outubro. Esta não será a primeira vez de Cármen Lúcia à frente do tribunal, pois ela foi a primeira mulher a presidir o TSE em 2012, durante sua primeira passagem pela instituição.
É importante ressaltar que o cargo de presidente do TSE é ocupado de forma rotativa entre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que fazem parte do tribunal. O TSE é composto por sete ministros, sendo três do STF, dois do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dois advogados com notório saber jurídico indicados pelo presidente da República.
O legado deixado por Alexandre de Moraes como presidente do TSE é o combate à desinformação e ao discurso de ódio nas redes sociais, além da busca por regulamentações que garantam a lisura e a transparência do processo eleitoral brasileiro. A chegada de Cármen Lúcia à presidência do tribunal traz expectativas sobre como ela conduzirá as próximas eleições e seguirá o trabalho iniciado por seu antecessor.