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
Citado por Ronnie Lessa como um dos possíveis alvos dos mandantes do assassinato de Marielle Franco, Marcelo Freixo (PT) disse em entrevista ao jornal O Globo que a fala do ex-PM em delação é “grave” e o chamou de “psicopata”.
O que aconteceu
Freixo disse que foi “chocante” ouvir de Lessa que plano era matá-lo com um tiro à longa distância. “Não é da boca de qualquer pessoa, é da boca de um assassino profissional, então é bem chocante, muito ruim. Ao mesmo tempo, acho que não é um problema só meu, é um problema do Rio de Janeiro.” Atualmente, Freixo é presidente da Embratur, no governo Lula.
“Como que alguém, psicopata a esse ponto, pode ter passado tanto tempo na polícia”, afirmou Freixo. “Como pode ter matado tanta gente e só agora virou réu?”, afirmou O Globo.
Recentemente, Marcelo Freixo (PT), presidente da Embratur, se viu no centro de uma controvérsia após ser citado por Ronnie Lessa como um possível alvo dos mandantes do assassinato de Marielle Franco. Em uma entrevista ao jornal O Globo, Freixo classificou as declarações de Lessa como “graves” e o qualificou como “psicopata”. A situação trouxe à tona uma série de questionamentos e reflexões sobre a segurança e a justiça no Rio de Janeiro.
Em suas declarações, Freixo afirmou que ficou chocado ao ouvir Ronnie Lessa mencionando um plano para matá-lo com um tiro à longa distância. Ele ressaltou a gravidade das palavras de um assassino profissional e enfatizou que o problema não se limita a sua pessoa, mas é uma questão que afeta todo o estado carioca. No cargo de presidente da Embratur, Freixo se viu diante de um cenário preocupante, questionando como alguém com um passado controverso poderia ter permanecido tanto tempo na polícia e só agora ser considerado réu.
A repercussão das declarações de Ronnie Lessa trouxe à tona debates sobre a segurança pública e a atuação das autoridades responsáveis pela manutenção da ordem e justiça no Rio de Janeiro. A sociedade aguarda por respostas e medidas concretas que possam garantir a proteção das vítimas e a punição dos culpados, reforçando a importância de um sistema judiciário eficiente e transparente.