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Ataque mortal em Rafah: governo Biden monitora Israel, mas não considera ação como cruzamento de linha vermelha.






Governo dos EUA está monitorando ataque aéreo de Israel

Por Trevor Hunnicutt

WASHINGTON (Reuters) – O governo Biden disse nesta terça-feira que está monitorando de perto a investigação sobre um ataque aéreo com mortes feito por Israel, que chamou de trágico, mas que as mais recentes mortes em Rafah não constituem uma operação que possa ter cruzado o que os EUA consideram uma linha vermelha.

“Os israelenses disseram que foi um erro trágico”, afirmou o porta-voz do Conselho de Segurança Nacional, John Kirby, a repórteres na Casa Branca, ao ser questionado se os eventos do fim de semana se qualificam como uma ação de “morte e destruição” que autoridades norte-americanas alertaram que poderia levar os EUA a segurar apoio adicional a Israel.

Governo dos EUA acompanha ataque aéreo de Israel

Nesta terça-feira, o governo Biden informou que está acompanhando de perto a investigação sobre o ataque aéreo com mortes realizado por Israel. As autoridades americanas consideraram o incidente em Rafah como trágico, mas ressaltaram que não ultrapassou as linhas vermelhas estabelecidas pelos Estados Unidos.

O porta-voz do Conselho de Segurança Nacional, John Kirby, relatou que os israelenses justificaram o ataque como um erro trágico. Ele respondeu a questionamentos de repórteres na Casa Branca sobre a possibilidade desse incidente levar os EUA a reavaliar seu apoio a Israel, alertando que ações de “morte e destruição” poderiam ter consequências nesse sentido.

A postura do governo dos EUA tem sido de cautela e acompanhamento da situação, aguardando os desdobramentos da investigação para avaliar qualquer medida adicional que possa ser necessária. O incidente em Rafah gerou preocupações e levou a comunidade internacional a voltar sua atenção para a região.

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