
Em meio a um turbilhão de slides, layouts e workflows coloridos, surge a reflexão sobre a pressão dos deveres escolares e profissionais que permeiam nossa vida. O artigo inicia com uma reminiscência nostálgica dos materiais escolares, como cartolina e pasta polionda, que antes eram a fonte das angústias dos deveres de outrora.
Em um ambiente de reuniões intermináveis e gráficos de pizza, a personagem principal se vê questionando o valor de sua contribuição frente ao grupo. Uma epifania surge, levando-a a aceitar sua posição mais relaxada, adotando a hasthag #prefironão e contribuindo com emojis de palminhas.
A narrativa então revela um passado de perfeccionismo e exaustão, marcado pela preocupação com a perfeição nos estudos e no trabalho em grupo. A autora reconhece ter sido insuportável, mas destaca a ausência de recompensas financeiras pela dedicação excessiva nos tempos de faculdade.
A reflexão continua, questionando a pressão interna e externa que nos leva a buscar a perfeição a todo custo. Será necessário cruzar a linha de chegada com tanta exaustão? A autora convida o leitor a desacelerar, aproveitar a vida e reconhecer que, às vezes, o bom o bastante é suficiente.
Diante dos desafios profissionais e das expectativas do mercado, a personagem decide se libertar da pressão e seguir seu próprio ritmo. Despede-se dos deveres cumpridos, enaltece os momentos de lazer e leveza, pronta para enfrentar o que a vida reservar, incluindo a possibilidade de não fazer nada.
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