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Desastre climático deixa mais de 580 mil desalojados e 2,3 milhões afetados no Rio Grande do Sul.




Chuvas causam caos no estado do Rio Grande do Sul

Defesa Civil calcula que são 581.638 pessoas desalojadas. Mais de 2,3 milhões foram afetados pelas chuvas, que deixaram cidades embaixo d’água e provocaram o pior desastre climático da história do estado.

Os órgãos de segurança pública já resgataram 12.497 animais.

O aeroporto Salgado Filho e o porto de Porto Alegre seguem fechados. Ainda não há uma data para a reabertura.

O nível do Guaíba está em 4,09 metros, segundo medição das 18h15min deste sábado (25), no Cais Mauá. A cota de inundação do rio é de 3 metros. Na terça-feira, o Guaíba ficou abaixo de 4 metros pela primeira vez desde o início de maio.

Alagamentos já duram 24 dias. A água se alastra para bairros que até então não haviam sido tão impactados, na zona sul da cidade. O mês de maio de 2024 é o mais chuvoso da capital gaúcha desde o início das medições, em 1910.

Mortes por leptospirose

Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul confirmou mais duas mortes por leptospirose. As vítimas são dois homens, de 56 e 50 anos, moradores do município de Cachoeirinha e da capital Porto Alegre.

Chuvas causam caos no estado do Rio Grande do Sul

A Defesa Civil do Estado do Rio Grande do Sul divulgou um balanço atualizado dos estragos causados pelas fortes chuvas que assolam a região. De acordo com o órgão, até o momento, 581.638 pessoas estão desalojadas devido às inundações. Além disso, mais de 2,3 milhões de habitantes foram afetados pelos temporais, que deixaram diversas cidades submersas e geraram o pior desastre climático já registrado no estado.

Os órgãos de segurança pública realizaram o resgate de 12.497 animais que estavam em situação de risco devido às enchentes. Enquanto isso, o aeroporto Salgado Filho e o porto de Porto Alegre permanecem fechados, sem previsão para retomada das atividades.

O nível do rio Guaíba atingiu a marca de 4,09 metros, de acordo com a última medição realizada às 18h15min deste sábado, no Cais Mauá. Este valor ultrapassa a cota de inundação do rio, que é de 3 metros. Além disso, os alagamentos persistem há 24 dias, se alastrando para bairros que antes não haviam sido afetados, principalmente na zona sul da cidade.

Segundo a Secretaria da Saúde do Estado, foram confirmadas mais duas mortes por leptospirose. As vítimas, dois homens com 56 e 50 anos de idade, eram residentes dos municípios de Cachoeirinha e Porto Alegre, respectivamente.


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