RJ em alerta: Petrópolis e Baixada Fluminense são áreas de maior risco de alagamentos devido a previsão de fortes chuvas.
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Petrópolis, com seu histórico de tragédias causadas pela chuva, preocupa Canedo devido à vulnerabilidade dos rios Piabanha, Quitandinha e Palatinato, que convergem para o centro da cidade. Enquanto o rio Piabanha consegue aguentar um extravasamento, os rios Quitandinha e Palatinato transbordam com facilidade, elevando os riscos de danos.
O especialista ressalta que a proteção contra transbordamentos no rio Palatinato ainda não está totalmente adequada, contribuindo para a fragilidade do local diante de temporais. Já o rio Quitandinha, que passa por áreas importantes da cidade, é considerado o mais problemático por transbordar em quase toda sua extensão.
Na sequência, a Baixada Fluminense, com seus municípios próximos à capital e propensos a enchentes, preocupa Canedo devido aos rios Iguaçu e Sarapuí, principais causadores de alagamentos na região. O estudioso é um dos autores do Projeto Iguaçu, que buscava solucionar problemas de enchentes na área, e destaca a importância da manutenção de estruturas que evitam inundações.
Outra preocupação levantada por Canedo é o assoreamento do rio Acari, que deságua no rio Meriti na Baía de Guanabara. Regiões habitadas ao longo do curso do rio estão sujeitas a alagamentos devido à falta de obras de correção e limpeza do leito, sendo um problema que alcança a zona oeste da cidade do Rio de Janeiro.
Diante desses desafios, o governo estadual informa que está em busca de recursos para financiamento de obras de melhorias e prevenção de desastres, além de manter equipes de prontidão para atuar em situações de emergência durante as fortes chuvas. Medidas emergenciais estão sendo tomadas para minimizar os danos e garantir a segurança da população diante do alerta de temporais na região.