
Uma lista não oficial, mas que vem causando constrangimento, tem sido um pesadelo para cerca de 50 grandes empresas que são apontadas por apoiarem a guerra do Kremlin na Ucrânia ao operarem na Rússia e pagarem impostos, por exemplo.
O término dessa lista, caso ocorra, seria um indício de como Kiev pode estar tendo que amenizar sua posição à medida que se torna mais complicado manter o apoio global para seus esforços de guerra, mais de dois anos após a invasão em grande escala.
Segundo uma fonte com conhecimento direto do assunto, “Não é apenas a China que está pressionando, mas também a França, para que a rede de supermercados Auchan e a Leroy Merlin, que vende produtos para casa e jardim, sejam removidas da lista”.
Pequim, que é um grande consumidor de grãos ucranianos, exigiu em fevereiro que Kiev retirasse 14 empresas chinesas da lista, alegando que isso ajudaria a “eliminar os impactos negativos”.
Apesar da China ser considerada uma aliada da Rússia, Kiev expressou sua esperança de que a segunda maior economia do mundo participe de uma cúpula global liderada pelo presidente Volodymyr Zelenskiy para promover a ideia de paz.
Uma segunda fonte relatou que Áustria, China, França e Hungria têm exercido pressão sobre Kiev devido a essa lista e sugeriu que ela poderia ser retirada da internet em breve, em questão de dias.