
O ministério da Saúde do Hamas reportou, neste sábado (20), um novo balanço de pelo menos 24.927 mortos na Faixa de Gaza, a maioria civis, desde o início da guerra entre o movimento islamista palestino e Israel, em 7 de outubro.
O balanço inclui 165 mortos nas últimas 24 horas, segundo o ministério.
A mesma instituição também registrou 62.388 feridos até o dia de hoje.
O Ministério da Saúde do Hamas divulgou, no último sábado (20), um novo balanço das vítimas na Faixa de Gaza, chegando a um total de pelo menos 24.927 mortos, a maioria deles civis, desde o início do conflito com Israel em 7 de outubro. Segundo informações do ministério, nas últimas 24 horas, foram registradas 165 novas mortes, elevando ainda mais o número de vítimas fatais.
Além disso, o ministério também informou que 62.388 pessoas ficaram feridas desde o início do conflito. Os números revelam a dimensão da tragédia humanitária que assola a região, com milhares de famílias sofrendo as consequências devastadoras da guerra.
A situação na Faixa de Gaza é crítica, com hospitais superlotados e escassez de suprimentos médicos para atender a todos os feridos. As organizações humanitárias alertam para a urgência de ajuda internacional para lidar com a crise humanitária em andamento.
O conflito entre o Hamas e Israel tem gerado uma onda de violência e sofrimento para a população da região. As negociações de cessar-fogo têm sido difíceis e as tensões continuam altas, com ambos os lados enfrentando um impasse nas negociações para encerrar o conflito.
A comunidade internacional tem pedido um fim imediato das hostilidades e um retorno à paz na região. No entanto, as soluções para o conflito parecem distantes, e os civis continuam a sofrer as consequências devastadoras da guerra.
Diante desse cenário sombrio, as pessoas aguardam ansiosamente por uma solução pacífica e duradoura que possa pôr fim ao derramamento de sangue e ao sofrimento na região. Enquanto isso, as autoridades locais e as organizações humanitárias lutam para atender às necessidades das vítimas e mitigar o impacto do conflito na população da Faixa de Gaza.