
A ministra não viu ilegalidade que justifique a revogação da medida. Carmén Lúcia ressaltou que, ao decretar a prisão, o desembargador do TJ-PB assinalou a gravidade concreta e as circunstâncias do caso.
O UOL tenta contato com a defesa do padre. Caso haja resposta, o texto será atualizado.
Relembre o caso
Em outubro do ano passado, o MP-PB (Ministério Público da Paraíba) realizou operação contra o padre. Ele teria desviado recursos do Instituto São José, do Hospital Padre Zé e da Ação Social Arquidiocesana, em João Pessoa (PB).
O padre Egídio de Carvalho Neto se entregou em novembro, no mesmo dia em que o TJ-PB expediu mandado de prisão contra ele.
Com o dinheiro, diz a apuração, ele usufruiu e adquiriu diversos bens de luxo. Entre eles estariam 29 imóveis de alto padrão em três estados.