Museu do Samba na Mangueira livra-se do mau cheiro após obra no entorno


O tradicional Museu do Samba, localizado na
Rua Visconde de Niterói, 1296, aos pés do
Morro da Mangueira, vinha sofrendo há bastante tempo com
o mau cheiro vindo do esgoto que escorria, por uma calha de drenagem
pluvial, da encosta do Morro da Mangueira. Os dejetos frequentemente
transbordavam, afetando parte da área do museu e causando desconforto
tanto aos funcionários quanto aos visitantes. A Águas do Rio,
concessionária responsável, assegurou que o problema foi solucionado.
A intervenção consistiu na interceptação da calha pluvial e no desvio do
fluxo diário de 27 mil litros de esgoto para a recém-implantada rede de
esgotamento sanitário no local. Heverton Oliveira,
coordenador de Operações da Águas do Rio, destacou que a ação foi um
compromisso com a preservação da cultura afro-brasileira, indo além da
resolução de um problema pontual de esgoto.
O Museu do Samba abriga, desde 2013, um vasto acervo material que inclui
fantasias que remetem às alas consideradas mais tradicionais dentro das
escolas de samba, bem como os principais instrumentos que compõem a
bateria de uma escola, além de uma sala de vídeo. Além disso, o museu
possui um núcleo de educação patrimonial considerado referência no setor.
Com horário de funcionamento de terça a sábado, das 10h às 17h, os
ingressos para o museu custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Há isenção
para alunos da rede pública de Ensino Fundamental e Médio, crianças até 5
anos, maiores de 60 anos, professores da rede municipal, vizinhos do
Museu do Samba e guias de turismo.
A revitalização promete tornar a experiência no museu mais agradável e
acessível ao público interessado na rica história do samba, patrimônio
cultural do Brasil.
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O Museu do Samba, tradicional em sua representatividade cultural, se deparou ao longo do tempo com um grande problema relacionado ao mau cheiro proveniente do esgoto que escorria pela calha de drenagem pluvial, diretamente da encosta do Morro da Mangueira, situado na Rua Visconde de Niterói, 1296. Este problema gerou constrangimentos tanto para os funcionários quanto para os visitantes que frequentavam o local. Entretanto, a concessionária responsável, Águas do Rio, garantiu que esta questão foi resolvida de forma efetiva.
A solução para o problema foi a realização de uma intervenção que envolveu a interceptação da calha pluvial e a criação de um desvio no fluxo de 27 mil litros de esgoto diários para a rede de esgotamento sanitário recém-implantada no local. Heverton Oliveira, coordenador de Operações da Águas do Rio, enfatizou que essa atuação vai muito além de resolver uma questão pontual, sendo também um compromisso com a preservação da cultura afro-brasileira.
O museu em questão guarda um vasto acervo material focado na cultura do samba, desde 2013. Este inclui fantasias que representam as alas mais tradicionais das escolas de samba, assim como os principais instrumentos que compõem a bateria de uma escola e uma sala de vídeo. Ademais, o Museu do Samba é um ponto de referência em educação patrimonial.
Com um horário de funcionamento aberto ao público, de terça-feira a sábado, das 10h às 17h, o museu oferece ingressos a preços acessíveis, que custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). A entrada é gratuita para alunos da rede pública de Ensino Fundamental e Médio, crianças até 5 anos, maiores de 60 anos, professores da rede municipal, vizinhos do Museu do Samba e guias de turismo. A obra de revitalização, sem dúvidas, deve melhorar a experiência dos visitantes e facilitar o acesso à rica história do samba, um patrimônio cultural do Brasil.