
Por Ju-min Park e Soo-hyang Choi
SEUL (Reuters) – Na sexta-feira, a Coreia do Norte disparou mais de 200 projéteis de artilharia perto de uma fronteira marítima disputada com a Coreia do Sul, em mais uma escalada de tensão entre os rivais. O ato provocou uma resposta do Sul, que realizou exercícios de fogo real em medidas “correspondentes” à provocação.
Os disparos foram realizados próximo às ilhas sul-coreanas remotas na fronteira marítima ocidental, levando os moradores a buscar abrigo antibombas, conforme orientações das Forças Armadas da Coreia do Sul. Posteriormente, tiros reais foram disparados em direção à fronteira disputada da Linha de Limite Norte (NLL).
Tensões aumentam na península coreana
A escalada de tensões entre as Coreias do Sul e do Norte atingiu um novo patamar na última sexta-feira, quando a Coreia do Norte realizou mais de 200 disparos de artilharia perto de uma fronteira marítima disputada. A ação provocou a mobilização das Forças Armadas sul-coreanas, que responderam com exercícios de fogo real.
O ato de agressão levou os moradores das ilhas sul-coreanas a buscarem abrigo antibombas, diante do temor de um possível ataque. As Forças Armadas sul-coreanas agiram rapidamente, realizando tiros reais em direção à fronteira contestada da Linha de Limite Norte (NLL).
Repercussão internacional
A comunidade internacional acompanha com preocupação a escalada de tensões na península coreana. Países vizinhos, como Japão e China, bem como potências globais, como Estados Unidos e Rússia, manifestaram preocupação com a situação e instaram as partes envolvidas a buscar uma solução pacífica para o impasse.
Enquanto isso, agências internacionais de segurança também estão em alerta, monitorando qualquer movimentação na região que possa representar uma ameaça à estabilidade geopolítica.
Diante desse cenário, a comunidade internacional aguarda atentamente os desdobramentos dos acontecimentos na península coreana e mantém-se vigilante frente a qualquer possível nova escalada de tensões na região.