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Miliciano mais procurado do Rio se entrega à Polícia Federal e é transferido para unidade de segurança máxima.




Prisão do miliciano Zinho

Miliciano Zinho é preso em cela de segurança máxima no Rio de Janeiro

O miliciano Luis Antonio da Silva Braga, conhecido como Zinho, encontra-se preso em uma cela de 6 m² na área reservada do presídio de Bangu 1, localizado na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Essa área é destinada exclusivamente a custodiados ligados à milícia, e Zinho se entregou à Polícia Federal (PF) após uma semana de negociações com as autoridades de segurança pública do estado.

Com 12 mandados de prisão em aberto, Zinho era considerado o miliciano mais procurado do Rio e estava foragido desde 2018, tornando sua captura um marco no combate à criminalidade na região.

O miliciano se apresentou à Delegacia de Repressão a Drogas (DRE) e ao Grupo de Investigações Sensíveis e Facções Criminosas da PF (GISE), na Superintendência Regional da PF, antes de ser transferido para a unidade de segurança máxima.

Além disso, as investigações apontam que a deputada estadual Lucinha (PSD) era chamada de “madrinha” pelo grupo de milícia de Zinho, atuando como lobista em favor das ações criminosas do bando. A Justiça do Rio determinou seu afastamento imediato das funções legislativas, além de proibições de contato com determinados agentes públicos e políticos.

Zinho assumiu o comando da milícia após a morte de seu irmão, Ecko, em junho de 2021 durante uma operação da Polícia Civil. A organização criminosa também está envolvida na exploração de saibro, sendo que Zinho já era responsável por esse negócio antes de chefiar o grupo.

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