
A reprimenda pública contra o deputado que fez um discurso transfóbico e misógino gerou reações intensas. Gleisi Hoffmann, em uma resposta firme, expressou sua insatisfação: “É preciso conter essa gente, não podemos aceitar ataques, ofensas e crimes na Câmara”. No entanto, diante de agressões homofóbicas e do tapa dado pelo companheiro Quaquá, Gleisi e a cúpula do PT permanecem inativas. O silêncio do partido gerou críticas e o presidente da Câmara, Arthur Lira, prometeu tomar providências contra o petista Quaquá.
A posição do PT na Câmara também foi exposta por Zeca Dirceu, líder do partido, que afirmou ter vídeos mostrando xingamentos de bolsonaristas contra Lula e ofensas à ministra Simone Tebet na sessão de promulgação da reforma tributária.
Zeca Dirceu também anunciou que os deputados envolvidos serão processados no Conselho de Ética, incluindo Nikolas Ferreira, mas não mencionou Quaquá, que ironizou o incidente nas redes sociais. Esta legislatura tem sido marcada pela polarização e pela falta de ação concreta diante de situações controversas, refletindo a dificuldade de lidar com questões delicadas no cenário político atual.