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Coordenadora do MTST pede ao MP suspensão do aumento de tarifa de metrô e trens em São Paulo e investigação de repasses.




Coordenadora do MTST pede suspensão do aumento da tarifa em São Paulo

Coordenadora do MTST pede suspensão do aumento da tarifa em São Paulo

A coordenadora nacional do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto), Débora Lima, ingressou, nesta quarta (19), com uma representação no Ministério Público de São Paulo (MP-SP) pedindo a suspensão do aumento da tarifa de metrô e trens na região metropolitana de São Paulo. O governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos) anunciou na semana passada o reajuste das passagens de R$ 4,40 para R$ 5 a partir de 1º de janeiro de 2024.

No documento, Débora Lima também pede que o MP investigue a forma de remuneração estabelecida nos contratos de concessão desses transportes. Ela cita reportagem do UOL que afirma que os repasses do Bilhete Único (BU), em 2022, foram quatro vezes maiores para as concessionárias de linhas privadas do que para o Metrô e a CPTM.

Segundo o apurado pelo site, as empresas ViaMobilidade e a ViaQuatro receberam juntas, em 2022, R$ 2 bilhões de repasses para transportar cerca de 500 milhões de passageiros. Já Metrô e CPTM carregaram mais que o dobro (1,23 bilhão de passageiros transportados), mas ficaram com R$ 460 milhões no período.

A coordenadora do MTST quer que seja instaurado um inquérito civil para que seja corrigido possíveis distorções e os devidos ressarcimentos aos cofres públicos.

com BIANKA VIEIRA, KARINA MATIAS e MANOELLA SMITH


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