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Seleção Brasileira Feminina de Futebol reclama da arbitragem na final olímpica e conquista medalha de prata em Paris




Olimpíadas de Paris: Seleção Brasileira Feminina de Futebol conquista medalha de prata com polêmicas na arbitragem

No encerramento da final feminina do futebol nas Olimpíadas de Paris, as jogadoras da seleção brasileira e o técnico Arthur Elias expressaram um misto de orgulho pela medalha de prata e frustração com a atuação da árbitra sueca Tess Olofsson.

A atitude crítica começou com Marta, logo após o apito final que confirmou a vitória dos Estados Unidos por 1 a 0. A craque brasileira dirigiu-se à juíza com gestos e palavras de reprovação, sem especificar o motivo da sua insatisfação.

As demais atletas brasileiras apresentaram uma lista de queixas sobre a arbitragem, incluindo a marcação de faltas, a distribuição de cartões, o tempo de acréscimo e, principalmente, um lance controverso envolvendo a jogadora Adriana no primeiro tempo da partida.

“Todo mundo viu. Ela foi só no meu pé, em nenhum momento pegou a bola”, afirmou Adriana, referindo-se ao lance com a lateral norte-americana Crystal Dunn. O jogo foi paralisado para revisão do árbitro de vídeo, mas a decisão foi reiniciar a partida com um tiro de meta.

O técnico Arthur Elias também se manifestou, criticando a falta de utilização do VAR em um lance de pênalti claro a favor da seleção brasileira. Ele ressaltou a dificuldade enfrentada pelo Brasil em relação às decisões arbitrais e a falta de equidade no tempo de acréscimo.

Apesar das polêmicas na arbitragem, as jogadoras brasileiras reconheceram o mérito da seleção americana e destacaram a importância de seguir em frente após o episódio. A final feminina do futebol nas Olimpíadas de Paris ficará marcada não apenas pela disputa em campo, mas também pelas controvérsias envolvendo a arbitragem.


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