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CCT aprova projeto de Leila Barros que amplia financiamento para educação superior pública





Na última sessão da Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT), foi aprovada por unanimidade a proposta do Projeto de Lei 3817/2019, de autoria da senadora Leila Barros (PDT-DF), que tem como objetivo ampliar as possibilidades de financiamento para a educação superior pública. A medida determina que as fundações de apoio às instituições científicas e tecnológicas, assim como de ensino superior, compartilhem parte do seu faturamento com as unidades que apoiam. Agora, o texto segue para análise na Comissão de Educação (CE), onde deve ser avaliado e debatido antes de seguir para as próximas etapas do processo legislativo.
A proposta tem como intuito principal ampliar as fontes de recursos para as universidades públicas, garantindo assim uma maior estabilidade financeira para essas instituições. Com a medida, as fundações de apoio passarão a dividir uma parte do seu faturamento com as unidades que auxiliam, contribuindo assim para a manutenção e o desenvolvimento das atividades acadêmicas e de pesquisa.
Durante a votação, os membros da Comissão ressaltaram a importância da iniciativa, destacando a necessidade de fortalecer o ensino superior público e garantir que as universidades tenham condições adequadas para manter suas atividades e promover o desenvolvimento científico e tecnológico do país. A proposta foi elogiada pela senadora Leila Barros, que agradeceu o apoio dos colegas parlamentares e ressaltou a importância do projeto para o futuro da educação no Brasil.
Agora, a expectativa é que o texto seja discutido e avaliado na Comissão de Educação, onde poderá passar por ajustes e receber contribuições antes de seguir para as próximas etapas do processo legislativo. A senadora Leila Barros tem demonstrado otimismo em relação à aprovação da proposta, destacando que a medida representa um importante avanço para a educação superior pública no país.
A proposta do PL 3817/2019 segue despertando interesse e atenção, visto que busca trazer melhorias significativas para a educação superior pública e para o desenvolvimento científico e tecnológico do Brasil. Agora, cabe aguardar os desdobramentos e desafios que virão pela frente durante a tramitação do projeto nas próximas comissões e no plenário do Senado.


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