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Langeani ressaltou que o assassinato dos três médicos ortopedistas na Barra da Tijuca, na madrugada de quinta-feira (5), deve ser encarado como um alerta para toda a sociedade. Ele enfatizou que se não houver esforços para solucionar esses problemas, ninguém estará a salvo.
As investigações indicam que o crime foi cometido por traficantes que confundiram um dos médicos, Perseu Ribeiro Almeida, com o filho de um miliciano. Diante desse contexto, Langeani defendeu a necessidade de ações de curto prazo para estabilizar a violência, mas também destacou a importância de discussões mais aprofundadas sobre a política de segurança no Rio de Janeiro.
Nesta manhã, a Polícia Civil encontrou os corpos de quatro suspeitos de realizarem o ataque a tiros. O especialista aponta que existe a suspeita de que uma organização criminosa tenha realizado uma videoconferência em um presídio para ordenar a morte dos suspeitos do assassinato dos médicos.
É importante ressaltar que a situação de violência no Rio de Janeiro não é recente e exige medidas efetivas e urgentes para combater esse cenário alarmante. A população não pode se acostumar com a violência e é responsabilidade de todos cobrar do poder público ações eficazes para garantir a segurança dos cidadãos.
Em síntese, o caso dos médicos assassinados no Rio de Janeiro deve ser encarado como um chamado à ação e como um lembrete de que a sociedade brasileira precisa lutar contra a violência e exigir soluções efetivas. A segurança pública é responsabilidade de todos e é fundamental que a discussão sobre a política de segurança no Rio de Janeiro seja aprofundada, visando a encontrar medidas eficazes para a redução da violência e garantir a proteção de todos os cidadãos.
*Produzido por Duda Cambraia, da CNN, em São Paulo