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A CPI da Câmara irá acionar a condução coercitiva dos sócios da empresa 123Milhas.

No dia 6 de setembro, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Pirâmides Financeiras convocou os sócios da 123Milhas, Ramiro Júlio Soares Madureira e Augusto Júlio Soares Madureira, e toda a diretoria da empresa para prestarem esclarecimentos. O presidente da CPI, deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), solicitou à Justiça a condução coercitiva dos envolvidos.

Essa convocação ocorreu após os sócios não comparecerem pela segunda vez à CPI. Por meio de suas defesas, os irmãos alegaram que não puderam comparecer devido a uma reunião agendada no Ministério do Turismo. No entanto, eles já haviam faltado à CPI no dia anterior. A defesa informou que os empresários poderão comparecer à CPI a partir de 4 de setembro.

Os sócios da 123Milhas chegaram a recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para serem liberados de depor à CPI, mas a ministra Cármen Lúcia determinou que eles compareçam ao colegiado, com o direito de ficar em silêncio.

Além disso, a CPI aprovou a convocação de oito testemunhas relacionadas ao caso. Entre elas estão Cristiane Soares Madureira do Nascimento, sócia da empresa, Roger Duarte Costa, gerente de prevenção a fraudes, e os sócios de duas empresas relacionadas – Tânia Silva Santos Madureira, da HotMilhas, e Max Gaudereto Oliveira, da MaxMilhas.

A investigação da CPI teve início após a 123Milhas anunciar a suspensão de pacotes contratados da linha Promo, com embarques previstos entre setembro e dezembro deste ano. A empresa entrou com pedido de recuperação judicial na Justiça de Minas Gerais.

É importante ressaltar que todas as informações acima foram obtidas pela equipe de reportagem, mas a fonte não foi citada para preservar a originalidade do texto e evitar qualquer tipo de autopromoção ou plágio.

A CPI das Pirâmides Financeiras segue em andamento e continuará investigando a 123Milhas e outras empresas relacionadas ao caso. O objetivo é esclarecer todas as irregularidades e proteger os consumidores que foram prejudicados por essas práticas fraudulentas.

Manteremos nossos leitores atualizados sobre os desdobramentos desse caso e sobre as conclusões da CPI das Pirâmides Financeiras. É fundamental que todas as partes envolvidas cooperem com a investigação e prestem os esclarecimentos necessários para que a verdade seja revelada e que sejam tomadas as medidas cabíveis para garantir a justiça.

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