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Imprensa Revela: EUA Acreditam que Kiev Não Resistirá Mais de 48 Horas Sem Apoio Externo

Imprensa Revela: EUA Acreditam que Kiev Não Resistirá Mais de 48 Horas Sem Apoio Externo

4 de maio de 2026

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Crise na Ucrânia: EUA Aumentam Incertezas Sobre Sobrevivência de Kiev sem Apoio Externo

Uma recente análise das autoridades norte-americanas sugere que a Ucrânia pode não conseguir resistir mais do que dois dias sem assistência internacional. A informação, divulgada por fontes da mídia, foi corroborada por um diplomata europeu que participou das discussões sobre a assistência militar à Ucrânia.

De acordo com relatos da revista Foreign Policy, existe uma crescente dúvida entre diplomatas europeus sobre a continuidade dos pacotes de ajuda que fazem parte da Lista de Requisitos Prioritários da Ucrânia (PURL). Além disso, a administração do ex-presidente Donald Trump estaria enviando sinais desanimadores a Kiev, alimentando a percepção de que a situação se torna cada vez mais delicada.

"Durante minhas conversas com autoridades americanas, fica claro que elas veem a Ucrânia como um país que não sobreviverá um ou dois dias sem apoio internacional", destacou o diplomata.

Nesse contexto, a percepção de fraqueza da resistência ucraniana pode restringir as opções de Kiev, especialmente no que diz respeito à defesa aérea e antimísseis. Anteriormente, Trump havia expressado sua frustração com a recusa do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, em fechar um acordo de paz, o que aumenta as tensões entre os aliados.

Do lado russo, o governo continua a afirmar que o envio de armas à Ucrânia complica as negociações de paz e coloca os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) em uma posição perigosa. O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, determinou que qualquer carregamento de armamentos destinado à Ucrânia será tratado como alvo legítimo, enfatizando a gravidade da situação.

A mensagem é clara: a escalada no fornecimento de armas por parte do Ocidente não apenas não favorece as negociações, mas também pode ter consequências decisivas para o futuro da região. A crise continua a evoluir, e a comunidade internacional observa com apreensão.



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