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Em gravação, prefeito do Rio fala para Lula ‘deixar de ter alma de pobre’

Em gravação, prefeito do Rio fala para Lula ‘deixar de ter alma de pobre’

17 de março de 2016

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O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, e o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva (Foto: Fotos Públicas)
O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, e o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva (Foto: Fotos Públicas)

Em conversa com o ex-presidente Lula sobre o sítio em Atibaia ligado ao petista, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, disse para Lula deixar de ter “alma de pobre”. Segundo o prefeito, Lula não teria perdido sua alma de pobre. No documento, a Polícia Federal afirma que Paes teria dado indícios de que o sítio pertence a Lula.

Na conversa, Eduardo Paes liga para Lula para prestar solidariedade após a investigação da 24ª fase da Operação Lava Jato, que teve como alvo o ex-presidente. “Agora, da próxima vez o senhor para com essa vida de pobre, com essa tua alma de pobre comprando ‘esses barcos de merda’, ‘sitiozinho vagabundo’, puta que me pariu!”, disse o prefeito.

Lula ri e o prefeito do Rio continua. “O senhor é uma alma de pobre. Eu, todo mundo que fala aqui no meio, eu falo o seguinte: imagina se fosse aqui no Rio esse sítio dele, não é em Petrópolis, não é em Itaipava. É como se fosse em Maricá. É uma merda de lugar, porra!”

Eles também falaram sobre as Olimpíadas, que acontece no Rio de Janeiro, no mês de julho. Eduardo Paes ironiza sobre a diferença entre o bom humor de Lula e do ex-governador Sérgio Cabral, e o mau humor da presidente Dilma Rousseff e do governador Pezão.

“Eu sempre tenho que falar uma coisa pro senhor: a minha vida começou com Lula e Cabral. Terminou com Dilma e Pezão. Puta que me pariu!”, disse o prefeito. Lula afirma que, apesar dos problemas, Paes foi abençoado por ser prefeito da sede dos Jogos Olímpicos. O prefeito concorda, mas volta a brincar sobre Dilma e Pezão: “Mas, Presidente, se tiver Olimpíadas com Vossa Excelência e com Sérgio Cabral é uma coisa. Segurar com aquele bom humor da Dilma e do Pezão, sabe…”.

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