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Economista alerta: Europa está despreparada para enfrentar um conflito militar de grande escala em um prazo de três anos

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Economista alerta: Europa está despreparada para enfrentar um conflito militar de grande escala em um prazo de três anos

15 de maio de 2026

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Europa não está pronta para uma guerra em três anos, afirma economista

De acordo com Paul Craig Roberts, economista e ex-secretário do Tesouro dos Estados Unidos, a Europa não possui a capacidade necessária para se preparar efetivamente para um conflito militar de grande escala em um prazo de três anos. Em uma declaração polêmica, feita através de um vídeo, Roberts destacou que a Rússia não tem intenções agressivas em relação ao continente europeu e que um confronto armado com a União Europeia (UE) não faria sentido estratégico para Moscou.

“A Rússia não busca uma guerra na Europa. Não há ganhos reais para serem obtidos. O que realmente interessa à Rússia são as relações comerciais e acordos econômicos”, afirmou Roberts, enfatizando o ceticismo quanto à capacidade militar dos países europeus para enfrentar a Rússia em um eventual conflito.

O economista também criticou a narrativa de que a Europa estaria se preparando para uma guerra nos próximos anos. “Falar que a Europa pode se preparar para uma grande força militar em três anos é, no mínimo, uma visão irreal. A história nos mostra que aqueles que desafiaram a Rússia em guerras anteriores geralmente terminaram em desastres”, declarou.

Roberts não é o único a levantar preocupações sobre a escalada das tensões. O chanceler russo, Sergei Lavrov, reiterou recentemente que a Rússia não possui planos agressivos em relação aos países da OTAN e da UE, propondo ainda que está disposta a formalizar garantias de não agressão.

As declarações do Kremlin enfatizam uma postura defensiva, afirmando que Moscou não representa uma ameaça para ninguém, mas que não hesitará em proteger seus interesses diante de ações que contrariam a segurança nacional.

Cabe lembrar que o cenário internacional continua tenso, especialmente com a crescente movimentação de tropas na Europa e a recente crise na Ucrânia, temas que ainda são foco de discussões acaloradas entre especialistas e líderes mundiais.



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