
A Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE) aprovou ontem (26), em meio a muitas discussões, o Projeto Escola Livre, de autoria do deputado Ricardo Nezinho. O projeto trata sobre a neutralidade que o profissional da área de Educação deve ter em sala de aula, nos âmbitos político, religioso e ideológico. Além disso, o professor deve manter a pluralidade de ideias na esfera acadêmica.
Mesmo com as críticas do Sindicato dos Trabalhadores da educação em Alagoas (Sinteal) que afirma que o projeto censura os educadores, o Escola Livre teve 18 votos favoráveis e oito contrários ao projeto. A votação favorável ao projeto derrubou o veto do governador Renan Filho, que era contra ao Escola Livre.

Entre os que votaram “sim” pelo Escola Livre, estão os deputados estaduais Edval Gaia Filho, de Palmeira dos Índios, Alcides Andrade, Antônio Albuquerque, Júnior Toledo, Francisco Tenório, Marcelo Victor, Gilvan Barros Filho, Léo Loureiro, Pastor João Luiz, Galba Novaes, Davi Davino, Olavo Calheiros, Ricardo Nezinho, Marcos Barbosa, Bruno Toledo, Carimbão Júnior, Cícero Cavalcanti e Thaise Guedes.
Os que foram contrários ao projeto: Rodrigo Cunha, Ronaldo Medeiros, Isnaldo Bulhões, Severino Pessoa, Tarcizo Freire, Marquinhos Madeira, Jó Pereira e Inácio Loiola.
