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AfD vence na Turíngia e alcança segunda posição na Saxônia em eleições na Alemanha: maior vitória da extrema direita desde a queda do nazismo.

Extrema direita vence na Alemanha

O partido de extrema direita Alternativa para a Alemanha (AfD) obteve vitórias significativas nas eleições realizadas nos estados da Turíngia e da Saxônia, ambos localizados na antiga Alemanha Oriental. O AfD conquistou cerca do triplo dos votos somados dos partidos que compõem a coalizão apoiando o primeiro-ministro social-democrata, Olaf Scholz. Esta é considerada a maior vitória da extrema direita na Alemanha desde o período pós-nazismo.

No entanto, é pouco provável que o AfD consiga formar uma coalizão para alcançar a maioria dos assentos nos parlamentos locais, condição necessária para governar. A expectativa é que a União Democrata-Cristã, que saiu vitoriosa na Saxônia e ficou em segundo lugar na Turíngia, assuma o comando do governo em ambas as regiões.

Putin acusa o golpe

O presidente russo, Vladimir Putin, adotou um discurso mais firme em relação à incursão ucraniana no leste do país, declarando que lidará com os invasores que adentraram o território da Rússia. Esta é a retórica mais contundente de Putin desde o início do conflito, que representa a primeira invasão à Rússia desde o final da Segunda Guerra Mundial. Recentemente, a Rússia realizou um intenso bombardeio contra Kiev, capital da Ucrânia, com o país vizinho afirmando ter interceptado diversos mísseis direcionados à cidade.

Protestos no México

No México, milhares de estudantes, muitos deles ligados à área de Direito, protestaram contra a proposta de reforma do Judiciário apresentada pelo presidente Andrés Manuel López Obrador. O plano do presidente mexicano prevê a substituição de todos os juízes por meio de eleições populares, numa tentativa de garantir que o Judiciário sirva a toda a população, não apenas às elites. No entanto, críticos da proposta afirmam que ela coloca em risco a independência do sistema judicial. O embaixador dos Estados Unidos destacou que a reforma representa uma ameaça à democracia e ao acordo comercial entre os dois países e o Canadá.

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