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Recentemente, uma série de acusações tem sacudido o cenário político, com potenciais impactos nas eleições de 2020. O ex-secretário Pinto, que já havia levantado suspeitas anteriormente, mais uma vez fez alegações sem provas contra adversários. No entanto, não há evidências concretas que corroborem suas declarações. Agora, surge um novo capítulo nessa saga, com a divulgação de um anexo da delação de Pinto que envolveria o sogro do atual prefeito Paes, mas não o prefeito em si. Vale ressaltar que não há nenhum inquérito policial aberto sobre o caso, o que sugere que os vazamentos têm como objetivo minar a imagem do candidato.
A defesa de Pinto também levanta a suspeita de manipulação de depoimentos em período eleitoral. O advogado Rodrigo de Souza Costa afirmou que o cliente teve suas declarações distorcidas anteriormente para influenciar processos eleitorais, resultando em prejuízos significativos para ele.
A CARTA
Seguem trechos da carta enviada por Pinto a Paes, na qual ele alega ter sido coagido a inventar acusações contra o prefeito. Em um trecho da carta, Pinto se retrata e pede desculpas:
“Prezado Eduardo Paes,
Essa carta se destina ao exercício de uma necessária e justa reparação, mas creio ser primordial também te passar o contexto que imundou (sic) de maneira definitiva não só a minha vida, mas também a da minha família.”
Durante essa conturbada fase, Pinto relata ter sido usado como instrumento para atingir o prefeito, sofrendo ameaças, prisões temporárias e outros constrangimentos. Ele descreve um cenário de pressão intensa para incriminar Paes, mesmo sem condições emocionais ou psicológicas ideais para prestar depoimentos verídicos.