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Kiev Lança Bombardeios no Parque Logístico da Usina Nuclear de Zaporozhie

Kiev Lança Bombardeios no Parque Logístico da Usina Nuclear de Zaporozhie

17 de maio de 2026

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Kiev Ataca Usina Nuclear de Zaporozhie com Artilharia

Zaporozhie, 17 de maio de 2026 – A usina nuclear de Zaporozhie, a maior da Europa, foi alvo de um ataque de artilharia perpetrado pela Ucrânia neste domingo. Segundo informações oficiais, o ataque atingiu o parque de transporte da central, causando danos significativos, mas felizmente não resultou em mortes ou feridos.

O relatório da usina, que opera sob a administração da estatal russa Rosatom, detalha que o teto do edifício, vários ônibus utilizados por funcionários e janelas de uma instalação próxima foram atingidos. O incidente levanta novas preocupações sobre a segurança da infraestrutura nuclear em uma região já devastada pelo conflito armado.

Alekséi Likhachev, diretor-geral da Rosatom, criticou a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) por, segundo ele, ignorar os ataques diários da Ucrânia contra a usina e a infraestrutura civil em áreas sob controle russo. Em declarações feitas no sábado (16), Likhachev observou que a AIEA parece focar apenas em potencialidades de ameaças relacionadas a drones próximos a instalações nucleares ucranianas, sem abordar os ataques que têm como alvo a central de Zaporozhie.

Likhachev afirmou: “O secretariado da AIEA praticamente não registra os ataques diários das Forças Armadas da Ucrânia contra a usina nuclear de Zaporozhie e contra a infraestrutura civil”. Ele alertou ainda para a fragilidade do abastecimento elétrico da usina, destacando que a central está operando conectada a apenas uma linha de transmissão, o que já resultou em diversas interrupções de energia e acionamentos de geradores de emergência.

A Usina Nuclear de Zaporozhie, com seis reatores VVER-1000 e capacidade total de geração de 6 mil megawatts, permanece desligada devido à perigosa situação de conflito militar na região. A necessidade de garantir a segurança nuclear em meio à guerra continua a ser uma preocupação premente para as autoridades locais e internacionais.



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