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USP Implementa Política de Inclusão e Pertencimento para Pessoas com Deficiência – Jornal da USP

USP Implementa Política de Inclusão e Pertencimento para Pessoas com Deficiência – Jornal da USP

25 de maio de 2025

Autores:

Redação


PRIP Cria Câmara para Políticas de Inclusão de Pessoas com Deficiência na USP

A Pró-Reitoria de Inclusão e Pertencimento (PRIP) da Universidade de São Paulo (USP) está estabelecendo a Câmara para Políticas de Inclusão de Pessoas com Deficiência (CoIP). Este espaço será dedicado à formulação, acompanhamento e aprimoramento de estratégias institucionais para acessibilidade e inclusão.

Entre suas atribuições, a Câmara terá a responsabilidade de propor diretrizes que garantam a eficácia das políticas de inclusão na universidade, além de analisar e recomendar ações que melhorem o suporte a pessoas com deficiência. Também buscará fomentar iniciativas inovadoras para tornar a USP um ambiente mais acessível.

Política Focada em Transtorno do Espectro Autista (TEA)

Voltando-se especificamente para indivíduos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), a PRIP desenvolveu uma política de inclusão que define os procedimentos e caminhos para solicitações de ajustes rotineiros por parte de alunos, docentes e funcionários administrativos com TEA. A iniciativa visa promover adaptações razoáveis que garantam melhores condições de trabalho e estudo.

“Esta Portaria oferece opções práticas de adaptação para as unidades acadêmicas e comitês de graduação, além de instruções claras para a submissão de pedidos”, explica o Pró-Reitor.

As solicitações para reconhecimento do diagnóstico de TEA e planos de ajuste nas rotinas de estudo ou trabalho agora devem ser encaminhadas às Comissões de Inclusão e Pertencimento das respectivas unidades ou departamentos, acompanhadas de um laudo médico que indique o código da CID (Classificação Internacional de Doenças) para o Transtorno do Espectro Autista.

As adaptações poderão incluir, por exemplo, o uso de fontes maiores em apresentações, ajustes em provas e diversificação das estratégias de ensino.

Os pedidos serão avaliados pela Comissão de Inclusão e Pertencimento (CIP), que informará os professores responsáveis pelos cursos ou os supervisores diretos sobre as acomodações aprovadas. A CIP também será encarregada de divulgar a política e orientar as unidades sobre as especificidades do TEA, contribuindo para a prevenção de qualquer forma de discriminação.

Versão em inglês: Nexus Traduções, editado por Denis Pacheco



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