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Edição da Newsletter FolhaMercado – 26 de Agosto
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EUA de cabeça para baixo?
O ex-presidente americano Donald Trump, em sua campanha para a Casa Branca, promete mudanças na economia do país. Ele critica a inflação durante a gestão de Joe Biden e propõe medidas para impulsionar o crescimento econômico.
Em um comício no Arizona, Trump afirmou que irá acabar com o caos e a miséria para proporcionar melhores condições aos americanos. Ele enfrentará a vice-presidente Kamala Harris nas eleições de 5 de novembro.
Trump reforça sua política de proteção da indústria nacional contra importações e redução de impostos para estimular o crescimento. Entretanto, críticos apontam que suas propostas podem desequilibrar as contas públicas do país e representam uma abordagem mais populista.
Economistas alertam sobre os impactos negativos das tarifas agressivas e da intervenção política no mercado financeiro propostas por Trump. Caso ele vença e implemente suas políticas, a economia dos EUA pode passar por mudanças significativas.
Mais IA, mais satisfação
Uma pesquisa realizada com profissionais em todo o mundo mostrou que aqueles que utilizam inteligência artificial no trabalho estão mais satisfeitos. A tecnologia é usada principalmente para aumentar a produtividade, facilitando a rotina e os processos das empresas.
Apesar de 37% dos trabalhadores temerem serem substituídos pela IA, a tendência é que a tecnologia contribua para o aumento de empregos e para o crescimento econômico. Países como Índia, Indonésia e Estados Unidos se destacam na satisfação dos profissionais.
Financiamento mais caro
Especialistas do setor imobiliário alertam que as taxas de financiamento para a casa própria podem aumentar devido à redução no saldo da poupança. A queda nos recursos disponíveis afeta o crédito imobiliário no Brasil, que historicamente tem taxas mais baixas que a Selic.
O governo federal estuda medidas para estimular o crédito imobiliário, como o fim do saque-aniversário do FGTS. O ciclo de alta da Selic também influencia as taxas de juros no setor.
Startup da semana: BHub
A startup BHub, especializada em serviços de backoffice para pequenas e médias empresas, captou R$ 74 milhões em uma rodada liderada pelo IFC, divisão de investimentos do Banco Mundial. A empresa visa facilitar a gestão tributária e burocrática das empresas brasileiras, contribuindo para a produtividade e eficiência.