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Segundo os signatários do relatório paralelo, a depredação dos prédios do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal foi uma “trama de incitação ao vandalismo” arquitetada por Lula com o objetivo de “tirar proveito político” dos acontecimentos. No entanto, essa teoria não se sustenta diante dos fatos e do bom senso. Como pode ser considerado “democrático” e “desejável” o ataque violento às instituições democráticas? É absurdo e ilógico pensar que Lula, mesmo depois de eleito, teria instrumentalizado uma turba de vândalos bolsonaristas para destruir os próprios poderes que garantiriam seu novo mandato.
Além disso, a oposição bolsonarista demonstra uma completa incompetência em suas argumentações. Em vez de apresentar argumentos plausíveis e fundamentados, os parlamentares recorrem a delírios inconsequentes e teorias conspiratórias sem qualquer embasamento. Fica claro que essa oposição é composta por uma tropa desarrumada de incompetentes, incapazes de exercer minimamente suas funções em uma democracia.
É importante ressaltar que a democracia precisa de uma oposição forte e atuante, que fiscalize o governo e aponte seus erros. No entanto, a oposição bolsonarista está longe de cumprir esse papel. Sua atuação é marcada pela falta de responsabilidade investigativa e pela ausência de propostas alternativas. Ao invés de acompanharem as ações do governo e apresentarem soluções para os problemas do país, os parlamentares preferem se dedicar a teorias infundadas e ataques sem fundamentos.
No fim das contas, ninguém em sã consciência pode acreditar na teoria absurda de que Lula é o responsável pela arruaça do 8 de janeiro. Essa narrativa fantasiosa não passa de uma tentativa desesperada de desviar a atenção dos verdadeiros culpados e encobrir as intenções golpistas do governo bolsonarista. A oposição bolsonarista mostra sua incompetência e falta de comprometimento com a democracia ao defender essa tese sem sentido.