21º primeiro filme da franquia de ação mais duradoura da história do cinema, “007 – Cassino Royale” (2006) é um reboot da série que, assim como no clássico “Casino Royale” de 1967, nos leva para uma jornada que marca o início da carreira de James Bond em sua primeira missão como um agente 007.
Sendo que, um dos principais pontos que marcam a versão dos anos 2000 é que “007 – Cassino Royale” deixou alguns estereótipos da série de lado, com Daniel Craig sendo escolhido pelo diretor Martin Campbell para dar vida a James Bond. Decisão essa de Campbell que provou ser bastante assertiva para o futuro da saga.
Em uma sequência de atuações brilhantes, Craig foi capaz de entregar uma versão mais explosiva e intensa de Bond — e isso se manteve até a sua última aparição na série, em “007 – Sem Tempo para Morrer” (2021).
Quase duas décadas após o seu lançamento, o fato é que “007 – Cassino Royale” é considerado por muitos como o melhor filme já lançado em mais de 60 anos de franquia nas telonas.
Não por acaso, um dos rankings de produções cinematográficas de maior credibilidade do mercado e que é de propriedade da Amazon, o IMDb, dá ao filme a maior nota da série “007”. Com aproximadamente 700 mil avaliações, “007 – Cassino Royale” combina para uma expressiva nota 8 — em uma escala de 1 a 10.
O enredo e as curiosidades de “007 – Cassino Royale”
Na trama, logo após se tornar um agente 007, James Bond vai atrás de um alvo inimigo em Madagascar, o que o leva ao financista duvidoso Alex Dimitrios nas Bahamas. E nessa viagem é que Bond toma conhecimento de um plano para eliminar um protótipo do avião da companhia aérea Skyfleet, programado para acontecer no Aeroporto de Miami.
Ao impedir que o protótipo da aeronave seja destruído, Bond deixa o banqueiro e fora da lei Le Chiffre (Mads Mikkelsen) à beira da falência. Já que, ao acreditar em eventual fracasso da Skyfleet no mercado de ações, o vilão acabou perdendo recursos investidos de seus clientes no mercado de ações.
