Vereadora Monica Cunha exige investigação sobre impacto de operações policiais no Complexo da Maré após suspensão de serviços essenciais




Vereadora Monica Cunha exige investigação sobre impactos de operações na Maré

Nesta segunda-feira (26), a vereadora Monica Cunha, presidente da Comissão de Combate ao Racismo, oficiou as Secretarias de Educação, Saúde e de Ordem Pública exigindo uma investigação sobre os impactos das operações na vida dos moradores do Complexo da Maré.

As operações policiais que já duram oito dias consecutivos paralisaram serviços essenciais, como escolas e clínicas da família. Ao todo, mais de 10 mil crianças estão sem aulas e cerca de 50 mil moradores foram impactados sem acesso aos serviços de saúde.

“Questionamos sobre o protocolo de segurança e o planejamento habitacional para as pessoas removidas dos imóveis, que estão sendo alvo das operações. Além disso, em todos os ofícios, incluímos ciência das denúncias recebidas, como falta de notificação, abordagem truculenta, retirada de eletrodomésticos, agressões, ferimentos e cárcere privado. Continuamos aguardando respostas”, afirmou a vereadora.

Até o momento nenhuma secretaria respondeu aos ofícios enviados.

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Na manhã desta segunda-feira, a vereadora Monica Cunha, que também preside a Comissão de Combate ao Racismo, tomou uma atitude importante em relação às recentes operações policiais no Complexo da Maré. Ela enviou ofícios exigindo que as Secretarias de Educação, Saúde e Ordem Pública realizem uma investigação detalhada sobre os impactos dessas ações na vida dos moradores locais.

Já são oito dias consecutivos de operações que têm causado a paralisação de serviços essenciais na região, como escolas e clínicas da família. Mais de 10 mil crianças estão sem aulas e cerca de 50 mil moradores estão sofrendo com a falta de acesso aos serviços de saúde, segundo a vereadora.

Monica Cunha destacou a importância de questionar as autoridades sobre o protocolo de segurança adotado nessas operações e também sobre o planejamento habitacional para as pessoas que são removidas de suas residências durante esses períodos. Ela mencionou ainda que os ofícios enviados incluem denúncias graves, como abordagens truculentas, retirada de pertences pessoais, agressões físicas e até cárcere privado.

Apesar das solicitações feitas nos ofícios, até o momento as Secretarias de Educação, Saúde e Ordem Pública não responderam às demandas da vereadora. A população da Maré aguarda por uma posição oficial sobre os impactos dessas operações e as medidas que serão tomadas para garantir o bem-estar dos moradores da região.

Diante do silêncio das secretarias, a preocupação com a situação na Maré cresce, e a pressão para que as autoridades se pronunciem aumenta a cada dia. A vereadora Monica Cunha segue cobrando respostas e buscando soluções para minimizar os danos causados por essas operações policiais na comunidade.

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