Getúlio Vargas: O legado do “Pai dos Pobres” nos cenários históricos do Rio de Janeiro



Itinerários de Getúlio Vargas no Rio, antiga Capital Federal

O dia 24 de agosto de 2024 marca os 70 anos da morte de Getúlio Vargas em pleno exercício de suas funções executivas, no palácio presidencial do Catete.

Registrando sua importância na história nacional, faremos um percurso visual, como o roteiro de um curta, por alguns cenários frequentados por ele na cidade do Rio de Janeiro, durante diversos momentos de sua carreira política.

Enquanto o Catete abrigava as funções administrativas, a família presidencial residia a menos de 2 km, no Palácio Guanabara, que testemunhou eventos históricos como o Levante Integralista, em 1938, que resultou em mortes e prisões dos revoltosos.

A edificação que abriga a sede do Governo Estadual do Rio de Janeiro, à Rua Pinheiro Machado, em Laranjeiras, apresenta-se muito modificada em relação ao palacete original, um elegante solar neoclássico, construído pelo comerciante português José Machado Coelho em 1853.

Deposto em 1945, Vargas foi eleito senador pelo Rio Grande do Sul (PSD) e São Paulo (PTB), integrando a Assembleia Nacional Constituinte de 1946.

No dia 24 de agosto de 1954, após pressões internas e internacionais, Getúlio Vargas morreu com um tiro no coração. O “Pai dos Pobres” foi carregado nos braços do povo, percorrendo as ruas da Capital Federal até o aeroporto, diante de uma multidão que o idolatrava, para retornar ao seu estado natal.

Ele saía da vida para entrar na História.


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