Cartões postais revelam ligação entre facção brasileira e máfia italiana nos anos 1990
Os cartões postais, que foram recebidos por Miza enquanto ele estava preso em uma penitenciária brasileira, mostram uma relação entre o PCC e a Camorra, evidenciando possíveis conexões internacionais da facção criminosa brasileira. A troca de correspondências entre membros de diferentes organizações criminosas revela a complexidade das relações no mundo do crime.
Os Torsi, presos na Itália por envolvimento em atividades ilícitas ligadas à Camorra, demonstraram com os cartões postais uma proximidade com Miza e o PCC. A descoberta dessas mensagens reforça a suspeita de que o Primeiro Comando da Capital possua alianças com grupos criminosos estrangeiros, o que pode influenciar em suas atividades dentro e fora das prisões brasileiras.
As autoridades estão investigando a fundo essa ligação entre o PCC e a máfia italiana, visando desarticular possíveis parcerias que possam facilitar o tráfico de drogas, armas e outras atividades ilícitas. A troca de correspondências internacionais entre criminosos levanta questões sobre a segurança e o controle do sistema penitenciário, além de evidenciar a importância de ações conjuntas entre diferentes países no combate ao crime organizado.