Acidente aéreo deixa quatro brasileiros com dupla cidadania entre as vítimas, incluindo luso-brasileira e família venezuelana, no trágico ocorrido.




O acidente aéreo ocorrido nesta sexta-feira, 9, deixou um rastro de tristeza com 62 vítimas, incluindo quatro brasileiros com dupla cidadania. Entre esses passageiros, destacam-se a portuguesa Gracinda Marina e uma família de venezuelanos – Maria Parra (avó), Josgleidys Gonzalez (mãe) e Joslan Perez (filho). Infelizmente, todos perderam suas vidas no trágico evento.

A Voepass forneceu informações sobre os brasileiros com dupla cidadania com base nos documentos apresentados durante o embarque. A tentativa de contato com o Itamaraty para mais detalhes não obteve resposta até o momento. Caso haja manifestações oficiais, este espaço estará aberto para atualizações.

O capitão Roberto Farina, diretor de comunicação da Defesa Civil de São Paulo, mencionou as vítimas durante uma coletiva de imprensa realizada no sábado. Ele destacou a presença de um passageiro da Venezuela e uma cidadã portuguesa, ressaltando que as famílias já estão a caminho de São Paulo para lidar com a perda.

Gracinda Marina, uma pré-candidata a vereadora pelo MDB em Toledo, era uma renomada professora universitária e especialista em Engenharia Química. Seu marido, Nélvio José Hubner, servidor público e procurador municipal, também estava a bordo da aeronave. O casal deixa para trás uma história de amor de 25 anos e três filhos.

A família de Josgleidys, Maria e Joslan tinha planos de construir um futuro na Colômbia, conforme relatos de vizinhos. A cachorrinha Luna também estava presente na viagem, demonstrando o amor e a dedicação da família pelos animais de estimação.

A solidariedade dos vizinhos foi evidenciada, especialmente após Josgleidys perder parte do dinheiro que levaria na viagem. Com a ajuda da comunidade, a família conseguiu embarcar e seguir em direção aos seus objetivos na Venezuela e Colômbia.

A tragédia aérea deixou marcas profundas nas famílias das vítimas e nas comunidades em que viviam. A perda dessas vidas preciosas é lamentável e serve como lembrete da fragilidade da existência humana.


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