Jornal Nacional
Por: Equipe de Jornalismo
O governador de Minnesota, Tim Walz, enfrentou uma série de desafios em seu primeiro ano de mandato. Apenas um ano depois de assumir o cargo, ele foi forçado a lidar com duas grandes crises simultaneamente: a pandemia de covid-19 e a morte de George Floyd. Este último, um homem negro que morreu sufocado sob os joelhos de um policial branco em uma operação policial escandalosa.
Minneapolis, a maior cidade do estado, viu-se tomada por violentos protestos em resposta à morte de Floyd, desencadeando um amplo movimento antirracista nos Estados Unidos que perdurou por meses.
As opiniões sobre a atuação de Walz divergem entre republicanos e democratas. Enquanto os republicanos o acusam de ser frouxo em sua estratégia contra a criminalidade, os democratas elogiam seu histórico na defesa dos direitos civis, incluindo a proteção do direito ao aborto, uma questão crucial na campanha eleitoral em curso.
Após a Suprema Corte dos EUA derrubar as proteções constitucionais para o aborto em junho de 2022, Walz assumiu o compromisso de tornar Minnesota um refúgio para mulheres que buscam a interrupção da gravidez. Uma clínica do estado vizinho de Dakota do Norte, conhecido por suas regulamentações mais rígidas, mudou-se para o lado de lá da fronteira em resposta a essa decisão.
Em março de 2024, o governador participou, ao lado da vice-presidente Kamala Harris, da primeira visita de uma vice-presidente a uma clínica de aborto. E agora, em novembro, ele almeja fazer história ao conquistar a Casa Branca.