Esse foi o segundo recorde consecutivo do ano, sendo que o anterior havia sido alcançado no dia 27 de julho, com 19.028 MW gerados. Para ter uma ideia da dimensão desse feito, essa quantidade de energia seria suficiente para abastecer não só todo o Nordeste, mas também os estados do Rio de Janeiro e Goiás naquele instante.
Segundo o ONS, esse aumento na geração de energia se dá devido ao período entre os meses de julho e setembro, conhecido como temporada dos ventos. Esse período favorece a produção de energia eólica devido ao aumento da velocidade dos ventos na região, possibilitando que novos recordes sejam alcançados nas próximas semanas.
Esses registros inéditos demonstram a importância e o potencial da energia eólica na Região Nordeste do Brasil, reafirmando a capacidade do país em investir em fontes de energia renovável. Além disso, contribui para a diversificação da matriz energética, reduzindo a dependência de fontes não renováveis e promovendo a sustentabilidade no setor energético.
Com a expectativa de novos recordes nas semanas seguintes, a energia eólica se consolida como uma alternativa cada vez mais viável e eficiente para suprir a demanda energética do país, mostrando que o potencial dos ventos pode ser aproveitado de forma sustentável e econômica.