O ex-presidente classificou como inadmissível a ação do governo israelense, que, segundo ele, continua sabotando o processo de paz e o cessar-fogo no Oriente Médio. Lula destacou que é estarrecedor ver o povo palestino sendo punido coletivamente, mesmo em zonas humanitárias que deveriam ser protegidas. Em sua visão, a busca pelo cessar-fogo e pela paz na região deve ser uma prioridade na agenda internacional, com todos os esforços voltados para garantir a libertação dos reféns israelenses e o fim dos ataques à Faixa de Gaza.
Vale ressaltar que essa não é a primeira vez que Lula se manifesta contra as ações de Israel na região. Em maio deste ano, o ex-presidente tomou a decisão de remover o embaixador brasileiro em Israel, em um ato de repúdio às violações sistemáticas dos direitos humanos na Faixa de Gaza. Desde então, Lula tem denunciado o que considera um genocídio contra o povo palestino, enquanto o governo israelense nega as acusações e alega que suas ações visam proteger os civis.
O conflito na região teve início após um ataque do Hamas a Israel no ano passado, desencadeando uma série de bombardeios que já resultaram em milhares de vítimas. As tensões continuam crescendo e os apelos por uma solução pacífica e o respeito aos direitos humanos se tornam cada vez mais urgentes. Lula, juntamente com outros líderes políticos, reforça a importância de se buscar uma saída diplomática para essa crise que tem impactado de forma devastadora a população civil na Faixa de Gaza.