Ministro do Agronegócio questiona posicionamento de colega Fernando Haddad em decisão sobre aumento de gastos no Plano Safra.

Em meio às negociações para o Plano Safra, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Pecuária e Abastecimento, Pecuária e Abastecimento, Pecuária e Abastecimento, Pecuária e Abastecimento, Pecuária e Abastecimento, Pecuária e Abastecimento, Pecuária e Abastecimento, Pecuária e Abastecimento, Pecuária e Abastecimento, Pecuaria, Pecuaria, Pecuaria, Pecuaria, Pecuaria, Pecuaria, Pecuaria, Pecuaria, Pecuaria, Pecuaria, Pecuaria, Pecuaria, Pecuaria, Pecuaria, Pecuaria, irá conter os gastos ou ampliá-los para atender à demanda dos produtores.

Em relação à demissão de seu secretário Neri Geller por questões ligadas ex-assessores envolvidos no leilão do arroz, o ministro comparou sua atitude à do ex-presidente Itamar Franco, que afastou o ministro da Casa Civil enquanto respondia a acusações, reincorporando-o posteriormente após ser inocentado.

Questionado se seguiria a mesma lógica em relação à situação do ministro das Comunicações, Juscelino Filho, indiciado por corrupção, o ministro respondeu: “Cada um tem suas atribuições. Eu tenho meus princípios e meu modo de governar.”

Veja abaixo a íntegra da entrevista:

UOL – Qual a relação do senhor com o Robson Luiz Almeida França, ex-assessor parlamentar do seu então secretário Neri Geller, que representou empresas suspeitas no leilão do arroz? (o envolvimento do empresário foi o motivo da demissão de Geller).

Fávaro: Ele nunca trabalhou para mim, nunca estive próximo dele, nunca tive qualquer tipo de relação ou negócio. Possivelmente nos encontramos em alguma reunião durante campanhas políticas, já que ele é advogado do PP e Neri era presidente do partido, mas eu não o reconheço. Não estou fazendo nenhuma crítica a ele, apenas não sei quem é.

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