O governo do presidente Lula, do Partido dos Trabalhadores (PT), tomou uma decisão importante nesta segunda-feira (3). Foi exonerada a educadora Izolda Cela do cargo de secretária-executiva do Ministério da Educação (MEC). A notícia foi publicada em uma edição extra do Diário Oficial da União, com data retroativa a 1º de junho.
Izolda, que ocupava a posição de número 2 no MEC, deixou o cargo para se candidatar nas eleições. Em fevereiro deste ano, ela se filiou ao Partido Socialista Brasileiro (PSB) e ainda há indecisão se irá concorrer em Sobral ou Fortaleza.
O professor Gregório Grisa, atual secretário executivo-adjunto, é cotado para assumir a posição de Izolda, mas ainda não foi oficialmente nomeado. A permanência dele no cargo ainda não está confirmada.
Na semana passada, Izolda Cela comunicou à equipe do MEC sobre sua saída, como reportado pela imprensa. Em sua mensagem, ela elogiou a equipe da pasta, o ministro Camilo Santana, destacando sua liderança dedicada, competente e experiente, assim como o presidente Lula.
“Afastada do serviço, mas sigo na torcida pelas melhores realizações”, diz parte da mensagem de Izolda, que afirmou não fazer mais parte da equipe a partir de 2 de junho. Seu último dia de trabalho foi na quarta-feira passada.
Izolda Cela era uma das figuras mais proeminentes na equipe atual do MEC. O sucesso obtido pelo Ceará na área da educação, especialmente na alfabetização, é em parte atribuído à sua gestão como secretária de Educação no estado, além de sua atuação na prefeitura de Sobral (CE).
Na transição de governo, Izolda era vista como a principal candidata a assumir o ministério devido à sua experiência. No entanto, o presidente Lula optou por Camilo Santana, principalmente devido à pressão de seu partido para que a pasta fosse liderada por alguém da legenda.
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