Claudia Rodrigues, moradora da região e catadora de material reciclável, destacou a urgência da situação, afirmando que as bombas são essenciais para esvaziar a água e permitir que as pessoas voltem a ter uma vida digna. Ela e seu marido estavam acampados sob um viaduto nas proximidades, aguardando o nível da água baixar.
Durante o protesto, o trânsito na região foi seriamente afetado, causando congestionamentos que dificultaram a circulação entre a capital e a região de Canoas. Autoridades do Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) estiveram presentes, buscando negociar com os manifestantes. Ao final, ficou acertado o envio de uma bomba móvel hidráulica emprestada pela Sabesp de São Paulo, para auxiliar no escoamento da água.
Além disso, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de perigo para chuvas na Região Sul do país, o que inclui o estado do Rio Grande do Sul. Essa situação preocupa as autoridades, pois a região já foi afetada por enchentes e os novos temporais podem agravar a situação, prejudicando a população local. Há riscos de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas, o que demanda atenção e cuidados por parte de todos.