Em 2022, o procurador-geral de Justiça de São Paulo, Mário Sarrubbo, foi reconduzido por Rodrigo Garcia para um novo mandato de dois anos, que se encerra em abril.
Para assumir a secretaria de Segurança Pública, Sarrubbo deverá deixar o MP. Antes do convite para integrar o Ministério da Justiça, Sarrubbo era cotado para o STJ (Superior Tribunal de Justiça), na vaga aberta com a aposentadoria da ministra Laurita Vaz.
Sarrubbo será o rosto do principal desafio de Lewandowski na pasta. O ex-ministro do Supremo deve assumir a Justiça após ser contra a recriação do Ministério da Segurança Pública, uma das áreas em que o governo petista tem sido criticado por pouco avanço.
Além de Sarrubbo, Lewandowski escolheu o advogado Manoel Carlos de Almeida Neto para ser o seu número 2. Ex-secretário-geral do STF e do TSE durante a presidência de Lewandowski na Corte, ele substituirá Ricardo Cappelli, cujo futuro ainda é incerto no governo Lula.
Do quadro atual do Ministério da Justiça, Ricardo Lewandowski cogita manter ao menos um secretário, segundo apurou a colunista Carolina Brígido. A interlocutores, o futuro comandante da pasta afirmou que o deputado petista Wadih Damous, atual titular da Secretaria Nacional do Consumidor, deve ser mantido no cargo.