Um dos destaques positivos é o crescimento de 0,1% da economia brasileira no terceiro trimestre de 2023, superando as projeções e acumulando uma alta de 3,2% no ano. Este resultado levou o PIB a atingir o maior patamar da série histórica, ficando 7,2% acima do nível pré-pandemia.
No que diz respeito à inflação, a previsão para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) em 2024 se manteve em 3,9%, enquanto para 2025 e 2026 a projeção também permaneceu em 3,5%. Esses números estão acima do centro da meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.
Para alcançar as metas de inflação, o Banco Central tem utilizado a taxa básica de juros, a Selic. A expectativa do mercado é que a Selic encerre 2024 em 9% ao ano, com redução para 11,25% na primeira reunião do Copom neste ano, que ocorreu em 30 e 31 de janeiro. Para o fim de 2025 e 2026, a previsão é de Selic em 8,5% ao ano, nos dois anos.
A inflação do ano passado deve ficar em 4,47%, de acordo com o mercado financeiro. A pressão nos preços de alimentos foi um dos fatores que contribuíram para esse resultado. A taxa de inflação acumulada em 2023 atingiu 4,04% e nos últimos 12 meses, o índice consolidado está em 4,68%.
No que diz respeito à política monetária, o Banco Central cortou os juros quatro vezes no segundo semestre de 2023, em todas as reuniões do Copom, com a percepção de novos cortes de 0,5 ponto nas próximas reuniões. No entanto, o momento dependerá do comportamento da inflação no primeiro semestre de 2024.
Em resumo, as projeções para a economia brasileira apontam para um crescimento sustentável nos próximos anos, com a expectativa de inflação controlada e redução gradual da taxa de juros. A expectativa é de que a economia continue se recuperando e se fortalecendo, trazendo mais estabilidade e oportunidades para os agentes econômicos.