O caso chamou atenção pela ousadia da candidata, que tentava utilizar equipamentos eletrônicos para obter vantagem indevida durante o exame. A situação foi descoberta durante uma vistoria de rotina, quando os fiscais perceberam algo suspeito no casaco da mulher.
Ao ser revistada, foi constatado que a candidata portava uma webcam e uma escuta, o que configurou uma tentativa de fraude no processo seletivo. A polícia foi acionada e ela foi detida em flagrante, sendo encaminhada para a delegacia para prestar esclarecimentos.
Após a detenção, a mulher teve que passar por uma audiência de custódia, onde foi determinada a fiança como requisito para a liberdade provisória. Após conseguir levantar o valor estipulado, ela foi liberada e responderá ao processo em liberdade, aguardando as decisões judiciais posteriores.
O episódio serve de alerta para a importância da vigilância durante os concursos públicos, visando garantir a lisura e a igualdade no processo seletivo. O uso de equipamentos eletrônicos durante as provas configura uma grave violação das regras estabelecidas e deve ser punido de forma rigorosa.
A investigação do caso continua em andamento, e a candidata terá que enfrentar as consequências legais de suas ações. A Polícia Civil de São Paulo reforçou a necessidade de manter a segurança e a transparência nos concursos públicos, a fim de assegurar a legitimidade e a credibilidade do processo.