Projeto de lei permite contagem de estágios como experiência profissional e avança no Senado.




Projeto de lei permite contagem de estágios como experiência profissional

Na última semana, a Comissão de Educação e Cultura (CE) aprovou por unanimidade o projeto de lei que visa permitir que os estágios realizados por estudantes possam ser contados como experiência profissional. O PL 2.762/2019, que já havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados, teve como relatora a senadora Leila Barros (PDT-DF) e agora segue para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) para apreciação.


A proposta busca reconhecer a importância dos estágios na formação e preparação dos estudantes para o mercado de trabalho, permitindo que esse período seja considerado como experiência profissional. Isso pode impactar positivamente a inserção dos jovens no mercado de trabalho, especialmente em um momento de alta competitividade e exigência por parte das empresas.

A relatora do projeto, senadora Leila Barros, destacou a relevância da medida e ressaltou que os estágios proporcionam aos estudantes a oportunidade de aplicar na prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula, além de desenvolver habilidades essenciais para o exercício de suas futuras profissões. Ela também enfatizou a necessidade de atualização da legislação para acompanhar as mudanças no cenário educacional e econômico do país.

Caso o projeto seja aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) e posteriormente sancionado, os estudantes que realizarem estágios poderão incluir essa experiência em seus currículos, aumentando suas chances de serem contratados pelas empresas. Isso representa um avanço significativo no reconhecimento da importância dos estágios e na valorização do esforço e dedicação dos estudantes em busca de qualificação profissional.

A proposta também é vista como uma forma de incentivar as instituições de ensino e as empresas a estabelecerem parcerias cada vez mais efetivas, visando aprimorar a formação dos estudantes e proporcionar uma transição mais suave para o mercado de trabalho. Além disso, a medida pode contribuir para reduzir as disparidades de oportunidades entre os jovens, promovendo um ambiente mais inclusivo e equitativo.

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