Cissa Guimarães comemora Justiça determinando prisão de suspeitos pela morte de seu filho.

A atriz e apresentadora Cissa Guimarães, de 66 anos, utilizou suas redes sociais na última segunda-feira (28) para expressar sua gratidão pela decisão da Justiça de prender os acusados de atropelar e matar seu filho, Rafael Mascarenhas, há 13 anos.

Através de sua conta no Instagram, Cissa compartilhou uma reportagem do jornal “O Tempo”, do último sábado (26), que noticiava a ordem de prisão contra Roberto Bussamra e Rafael de Souza Bussamra, pai e filho envolvidos no acidente que resultou na morte do jovem de 18 anos.

O juiz da 16ª Vara Criminal condenou Rafael Bussamra a uma pena de 3 anos e 6 meses de detenção, além da suspensão de sua habilitação para dirigir, enquanto seu pai, Roberto Bussamra, foi condenado a 3 anos e 10 meses de prisão, além do pagamento de multa.

Em seu post, a atriz escreveu emocionada: “13 anos! TREZE ANOS! E depois de um fim de semana de muita dor, vem um acalento e a esperança de justiça finalmente. Desliza pra foto dos dois que andam foragidos e DEVEM pagar pelos crimes cometidos. VIVA RAFA!!!!”.

A publicação feita por Cissa, que incluía uma foto dela com seu filho e a imagem dos dois acusados de atropelar Rafael, gerou uma grande comoção entre seus seguidores, que deixaram mensagens de apoio nos comentários.

“Nada paga a dor, o sofrimento da família, mas ameniza saber que não ficaram impunes!”, comentou uma usuária. “Ufa mesmo… finalmente. Um abraço bem apertado”, celebrou outra.

Vale lembrar que o caso ocorreu em 2010, quando Rafael estava andando de skate no Túnel Acústico, na zona sul do Rio de Janeiro, e foi atropelado por um carro em alta velocidade. Na época, a via estava fechada para manutenção e a circulação de veículos era proibida.

Rafael, que estava ao volante do veículo envolvido no acidente, foi sentenciado a 7 anos de prisão em regime fechado, além de 5 anos e 9 meses em regime semiaberto, em 2015. Já Roberto foi condenado a 8 anos de prisão em regime fechado e 9 meses em regime semiaberto. No entanto, em 2016, suas penas foram convertidas para serviços comunitários pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

Em 2019, o Superior Tribunal de Justiça acolheu um recurso do Ministério Público e determinou que não cabia a conversão da pena para serviço comunitário. Recentemente, o processo retornou de Brasília e o juiz da 16ª Vara Criminal cumpriu a decisão do STJ na semana passada.

A CNN aguarda um posicionamento dos advogados dos réus para obter mais detalhes sobre o caso.

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